A Copa do Mundo muda muita coisa: muda o humor da rua, muda o expediente de algumas empresas, muda o assunto no almoço e muda até o carrinho de compras.Em dia de jogo do Brasil, o consumidor não compra apenas comida, bebida ou uma camisa amarela. Ele compra o cenário inteiro: o sofá cheio, a mesa improvisada, o churrasco antes do apito, o refrigerante para quem não bebe, o petisco para beliscar no nervoso, a TV maior para ver o replay, a bandeira pendurada na janela e, claro, aquele pacote de figurinhas comprado "só por curiosidade".A Copa é um dos raros momentos em que o varejo parece entrar em modo torcida. Supermercados, lojas de eletrônicos, conveniências, bares, lojas de roupas e papelarias sentem o mesmo fenômeno: quando a Seleção entra em campo, alguns produtos deixam de ser comuns e passam a fazer parte do ritual.Mas o mais curioso é que nem sempre os campeões de venda são os que a gente imagina.